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O PENSAMENTO DO INÉDITO



O conceito do inédito que criei, foi consequência de descobertas notáveis encontradas estudando teorias de pensadores, até então, modestos e desconhecidos que, todavia, vem provocando verdadeira revolução no pensamento humano do século XXI.

Pessoas comuns, desprovidas de bens materiais, sem expressão acadêmica.

O motor propulsor desses estudiosos é o propósito firme de realizar algo inédito em que acreditaram ser possível, realizável.

Esses estudos induziram-me a concepção da disciplina a qual denominei: “PENSAMENTO DO INÉDITO”.

A palavra ‘inédito’ me remete a reflexões de ideias nunca pensadas.

Verdadeiros EURÉCA que surgem para ocupar vácuos no campo das ideias ou vem em substituição das que se revelam inadequadas à luz das verdades do momento.

Em sua maioria, esses achados são frutos de pessoas, com propósitos e disciplina, que acreditaram em um sentimento, uma intuição, um impulso sem cederem às forças negativas que policiam o pensamento criativo.

São aquelas que enfrentaram fortes críticas e movimentos contrários com o objetivo de tirá-los do caminho.

Para alguns, é o resultado de uma vida tenaz dedicada à estudos e pesquisas cujo sucesso lhe custaram grandes provações. Examinado o processo e as características dessas pessoas, criei a disciplina: “PENSAMENTO DO INÉDITO”.

Recentemente, numa palestra, fui interpelado: “Por que vivendo e não criando o inédito?”

Respondi: Porque é um processo sistêmico vivo. O inédito muda, constantemente, em ‘caos’ criativo, seguindo uma ordem de princípios.

Ele é ‘Caórdico’ em sua natureza, não está no passado nem no futuro. Está no agora, neste exato momento, você conduz e vive o seu ‘inédito’. Ele é vivo, muitas vezes latente em parte. Nunca se revela por inteiro.


Agrada-me ver a reação de surpresa, na maioria das vezes de ceticismo, quando afirmo acreditar que todos temos, em nossas vidas, potencial para revelar o ‘Inédito’.

Recentemente disseram-me: “Então você acredita que existem milhares de Steve Jobs, Bill Gates e Einstein espalhados em nossa sociedade?”

“Confirmei: isso mesmo que você entendeu, acredito que todos temos o “POTENCIAL” de criar algo inédito.”

A chave da minha afirmação está na palavra ‘potencial’ e é nesta crença que venho trabalhando nos últimos 4 anos.

Existem ‘inéditos’ que impactaram toda a humanidade ou grande parte dela, e assim, ficaram conhecidos mundialmente.

Mas existem pessoas que criaram o ‘inédito’ e seguiram sua intuição até encontrarem a luz do seu propósito de vida, sem se preocuparem com a fama, notoriedade ou ganho financeiro. Pessoas que impactaram vidas, comunidades e não chegam ao grande público.

Não busque uma ideia ou uma visão, provavelmente você se frustrará, porque não é assim que as coisas funcionam.

Procure em seus pensamentos, sentimento forte capaz de desligar o sistema nervoso e desafia-lo ao extremo ao mesmo tempo em que lhe trará prazer extremo. Chamamos isso de ‘Fluxo’.

A disposição de criar o inédito vem da intuição. Não passa despercebido, mas pode ser, facilmente, abafado pelo seu sabotador ou principalmente, mais forte ainda a sua VDA – Voz de Autocensura--, que apela para mantê-lo na zona de acomodação, do que já é conhecido – Chamamos esse processo de homeostase.

Entendendo isso, você entenderá um importante princípios da disciplina: “O inédito não virá pela lógica, o único caminho é o da intuição.”


A disciplina “PENSAMENTO DO INÉDITO”, molda nossa forma de pensar e agir, e como tal, deverá ser estudada, aprendida e aperfeiçoada todos os dias de forma ‘Caórdica’ (comportamento de qualquer organismo, organização ou sistema autogovernado que combine harmoniosamente características de ordem e caos) e ‘Sistêmica’.

O inédito como disciplina não traz o sentido de criar o surreal ou intangível e, sim, uma proposta de agir que manifesta seu propósito de vida. O inédito é a disciplina capaz de eduzir o propósito de uma vida.

Seja lá qual for seu propósito, a conexão e a experiência de vive-lo em sua plenitude traduz o inédito, ou seja, direciona sua ações aos seus valores, permitindo que viva a experiência de tomar a vida nas próprias mãos.

Convido a duas pequenas reflexões:

  • Quantas pessoas você poderia citar que sabem dizer com precisão qual o seu propósito de vida?;

  • Quantas pessoas você conhece que vivem de forma plena seu propósito de vida?

Confesso que não me surpreenderá se suas respostas forem ninguém para ambas reflexões. Comigo não foi diferente, talvez esta seja a razão para este assunto ter me despertado tanto interesse.

Sendo assim, se você encontrar o seu propósito de vida e conseguir vivê-lo em sua plenitude, já estaria vivendo algo inédito, fato que uma minoria da humanidade consegue realizar em vida.

Acredito que alinhando a vida aos nossos propósitos, viveremos plenamente e contribuiremos com o mundo valores inestimados, assim como nossa comunidade. Enfim, com as vidas que cruzam nosso caminho.

Para tanto, a disciplina propõe despertar o mais abundante, menos utilizado e mais abusado recurso do mundo: ‘A engenhosidade humana’.

O inédito é algo que virá da sua engenhosidade, paixão e de forma espontânea a partir do ‘caos’.


Acredito que a dificuldade absoluta de viver nosso propósito, criar o inédito, está diretamente relacionado a nossa formação e educação cartesiana sob o conceito de comando e controle.

Para esclarecer porque temos dificuldades de encontrar pessoas vivendo em conformidade com seu propósito, vivendo o inédito, recorro ao resultado de uma experiência realizada no Projeto Zero de Howard Gardner em Harvard o qual incluía testes de inteligência para bebês.

Os pesquisadores descobriram que até a idade de 4 anos quase 100% das crianças que participavam da experiência estavam no nível de gênio em termos das Múltiplas Inteligências.

Por volta dos 20 anos, a percentagem caiu para 10% e acima de 20 anos a para 2%.

Desde que nascemos nosso sabotador e a nossa VDA (voz de autocensura) são moldadas e reforçadas ao extremo, limitando nosso impulso criativo, com frases como: “Que ideia mais idiota!”, “Você só pode ser burro mesmo!”, “Nem pense em fazer isso!”.

Depois somos enviados para uma escola com estrutura embasada na era industrial de comando e controle, do famoso “manda quem pode e obedece quem tem juízo” e assim passamos os primeiros 18 anos de nossas vidas.

Somos expostos a testes padrões, independente de nosso espectro de Múltiplas inteligências e o resultado é o que vimos acima, sua genialidade que já foi de 100%, agora deve variar entre 0% a 2%.

Os números absurdos e negligenciados pela maioria, uma apatia coletiva, frente a um problema social fez com que a depressão chegasse ao topo das doenças no mundo. A ansiedade crônica em segundo lugar até 2020.


A disciplina do ‘PENSAMENTO DO INÉDITO’ criada ao longo dos anos de desenvolvimento do MIDE, não surgiu de um passe de mágica. Foi uma construção. Como proposto no do conceito da teoria. Vivo esse inédito todos os minutos de minha vida.

A disciplina tem a seguinte estrutura:

  • 3 Disciplinas: Domínio Pessoal; Pensamento Sistêmico e Modelo Mental.

  • 7 Fatores Estruturantes: Determinação; Positivismo; Controle; Disciplina; Presença; Fluxo e Criatividade.

  • 10 princípios:

1o. Princípio: “Se você pensa que não pode, então não pense!”

2o. Princípio: “É um processo de construção à partir de sua intuição.”

3o. Princípio: “É preciso uma combinação de fatores e conhecimento.”

4o. Princípio: “A atenção seletiva deve estar na intenção – O importante não é a meta ou a ideia em si, mas o que ela traz – A intenção real por trás.”

5o. Princípio: “Se manifesta ao eduzir o propósito de vida, em sua plenitude, pela essência e não pelo inconsciente.”

6o. Princípio: “Não se desenvolve sem a quebra dos velhos paradigmas de previsibilidade e controle.”

7o. Princípio: “O pleno desenvolvimento só ocorre em uma mente ‘Caórdica’ e ‘Sistêmica’.”

8o. princípio: “O inédito é espontâneo a partir do caos.”

9o. Princípio: “É preciso manter o foco na jornada, nunca na chegada.”

10o. Princípio: “As respostas para o inédito estão no seu interior, não perca tempo procurando-as fora de você.”

Estou vivendo meu ‘inédito’ e você? O que falta para começar a viver o seu?


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