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OS TRÊS NÍVEIS DA EMPATIA



A palavra “Empatia,” ultimamente, tem sido muito mal empregada

Como consequência, a “IE - Inteligência Emocional” ficou somente na teoria.

A teoria da IE cresce entre as editoras e no mercado de capacitação, mas na prática o que se percebe é ausência de sua aplicação nas empresas bem como pela maioria das pessoas.

A proposta revelada pela “ILE – Inteligência Lógica-Emocional” traz em seu cerne o verdadeiro conceito das “Empatias”. Observem que usei a palavra correta, no plural, visto que não existe empatia e sim três diferentes empatias.

A estrutura da IE proposta por Daniel Goleman é composta por 4 pilares: Autoconsciência, Autogestão, Consciência Social e Gerenciamento de Relacionamentos, tendo como pano de fundo a empatia.

Já a ILE proposta por mim é composta por 6 pilares: Autoconsciência, Autogestão, Autorregulação, Plenitude, Consciência Social e Gerenciamento de Relacionamentos.

Não é apenas na quantidade de pilares que as duas teorias divergem, há uma diferença também na interpretação.

Na ILE a “Autoconsciência” está relacionada ao conhecimento dos indicadores que formam o emocional.

Já a “Autogestão” é um passo além: conhecendo os indicadores do emocional, consigo percebê-los em mim e nas pessoas próximas.

Muitos autores acreditam que a “Empatia” ocorre na autogestão.

Eu divirjo deste pensamento.

Acredito que ela aconteça na “Autorregulação”: se conheço os indicadores do emocional, consigo percebê-los em mim e nas pessoas próximas. Por fim, aprendi a “Agir” em consonância com os conceitos da ILE.

O ciclo completo – Autoconsciência + Autogestão + Autorregulação - fecha o que a ILE define como “Autodomínio”, que devem ser interpretados como sinônimos.

O método MIDE que desenvolve a ILE tem como foco principal a “Inteligência Intrapessoal.”

Mesmo sabendo que as “Empatias” ocorrem na Inteligência Intrapessoal, podemos dizer que a empatias são o ápice da inteligência interpessoal.

Os circuitos que nos habilitam a pensar nossos pensamentos e sentimentos, nos autorizam aplicar o mesmo raciocínio para as mentes de todas pessoas. Portanto a ILE focaliza a “Inteligência Intrapessoal”.

Uma pessoa que dominou seu emocional e aprendeu a dominar o emocional

de sua mente, com certeza conseguirá agir da mesma forma com o

próximo.

Você precisa compreender os próprios sentimentos para conseguir

compreender os sentimentos dos outros


NÍVEIS DE ESCUTA

Ouvir o que as pessoas não dizem é tão importante quanto ouvir o que dizem.

Entender o significado dos níveis de escuta é decisivo para o domínio das “Empatias”.

Duas pessoas dialogando assumem o nível de escuta que determina o tipo de “Empatia” em que ocorrerá o diálogo.

Há três níveis possíveis de escuta. O nível 01 é o mais primário, exercido por quase 97% das pessoas.

Hoje, dominando a teoria, entendo porque ‘Comunicação’ é relevante problema enfrentado pelas empresas e famílias.

Na formação e educação das pessoas ouve-se muitos jargões sobre comunicação e sobre a importância de saber ouvir.

Mas o que ocorre realmente é que não se recebe formação adequada em ILE na vida acadêmica.

O primeiro e mais importante passo do processo da “Empatia” é dominar a escuta.

Mantemos os diálogos em três níveis de escuta:


Nível 01 – Fragmentada

Nível elementar de escuta: ouve-se a outra pessoa atento no que ela fala.

Resta saber se é com o foco, no que isso significa.

Escuta-se indagando o que aquele conteúdo significa e busca-se lembranças na 8a. consciência (memória) fatos que reforçam ou não os pensamentos?

Dois renomados psicólogos cognitivos norte-americanos de Harvard, Dr. Howard Gardner e Daniel Goleman, defendem que o cérebro não faz duas coisas ao mesmo tempo por isso, no decorrer do diálogos, vamos criando fragmentos.

Quem nunca passou pela situação diante de uma pessoa que lhe fala e de repente percebe-se que perdeu alguns segundos, quando não minutos do que ela falou?

Quando isso ocorrer, essa pessoa está em nível 01 de escuta.


Nível 02 – Conectada

A escuta no nível 2 é focada na outra pessoa, é o lugar da empatia, esclarecimento e da colaboração.

Está-se desapegado do ego, da agenda de interesses, de pensamentos e opiniões alheios ao que o outro está falando.

Ouve-se as palavras do outro, suas expressões, emoções, tudo o que ele traz para interação.

Observa-se o que outro diz e como diz. E “ouve” também o que ele não diz.

Nesse aspecto está a chave da “escuta Nível 2”, perceber o que a pessoa disse e não falou, o que foi dito pela linguagem corporal.

No nível 02, não somente ouve o que se fala, mas também tudo o que chega na forma de informação – o tom, o ritmo e os sentimentos expressos.

Na ILE – Inteligência Lógica-Emocional trabalhamos com o conceito das 9 consciências, onde na 9a. consciência ou Amala (Imaculada, em Sânscrito) reside a ‘INTUIÇÃO’ que se comunica conosco sempre que necessário.

O nível 2 de escuta é dialogar aberto a 9a. consciência, deixar a mente calma para receber insights.

Trabalho o conceito de intuição no método MIDE – Múltiplas Inteligências & Desenvolvimento Emocional. Ninguém acessa a 9a. consciência e sim ela que nos acessa.

Atualmente, entrar em nível 2 de escuta é um desafio ainda maior pelo fato de estarmos conectados o tempo inteiro, isso impede o trabalho de nossa intuição e reforça nosso sabotador.


Nível 03 – Cósmica

Se na escuta nível 2 afirma-se que se está conectado por um cabo com outra pessoa, no nível 3 podemos dizer que a conexão é “Wifi”.

No nível 3 sente-se a vibração da outra pessoa, há uma troca de energia, que não se percebe.

O corpo fala tanto quanto a boca, por isso este nível só é possível olho-no-olho, pessoalmente, de corpo inteiro.


Escutas e as 9 consciências

O MIDE é um método que nasceu da fusão de pensamentos da academia ocidental, em especial a psicologia cognitiva, com filosofias orientais milenares.

Entender como as “Empatias” se relacionam com as 9 consciências é um exemplo disso.

Sugiro a leitura do artigo no meu BLOG onde explico as 9 consciências.

Em resumo, as 5 primeiras consciências são os cinco sentidos: – Visão, Audição, Olfato, Tato e Paladar.

A 6a. consciência é a interação das cinco primeiras. Todos os animais com um sistema nervoso central possuem as 6 primeiras consciências.

A 7a. consciência (Mano – Poder do Pensamento em Sânscrito) é o nível consciente do que se pensa e se percebe os sinais sociais de que se necessita para exercer a empatia.

A 8a. consciência (Alaya – memória em Sânscrito) é o inconsciente revelado por Freud, aqui encontramos a memória, os hábitos e Modelos Mentais.

A 9a. consciência (Amala – Imaculada em Sânscrito) é um nível da consciência inacessível, ela nos acessa usando a ‘intuição’, aqui não existe ego, raiva, vaidade, por isso é imaculada e cada um pode relacioná-la com o seu próprio sagrado ou com a própria crença.

Quando se está no nível 01 de escuta deixa-se a mente agir solta buscando referências do que está sendo dito na 8a. consciência (memória), num “vai e vem” entre escutar o que está sendo dito e pensar o que significa.

Quando se está assim, digo que a mente se tornou um “Mal Patrão” e viramos refém dela.

No nível 2 de escuta acalma-se a mente e focaliza a outra pessoa deixando a 9a. consciência agir com base na intuição. Existe espaço para insights.

No nível 3 ocorre o que Goleman e a universidade de Los Angeles chamaram de cérebro social; uma conexão completa entre as duas mentes.

Até a energia do ambiente influencia na comunicação.

No nível 3 há um silêncio interior muito grande e o número de insights fica elevado.


O AUTODOMÍNIO E A EMPATIA

Na ILE – Inteligência Lógica-Emocional “Autodomínio” é o nome que damos ao ciclo completo do emocional, é a própria ILE. O Autodomínio é formado por: Autoconsciência, Autogestão e Autorregulação. Autoconsciência na ILE é ter conhecimento dos elementos ou indicadores que envolvem o emocional, é o saber apenas ou o primeiro passo. O passo seguinte é o que chamamos na ILE de “Autogestão”, conhecemos os indicadores e agora conseguimos percebê-los em nós e nos outros. Até então a “Autogestão” era suficiente, nela traçamos cenários, o que é fundamental para exercer a “Empatia”. Até então acreditava-se que a autogestão era suficiente para traçar os cenários, atividade fundamental para exercer a “Empatia. A ILE preenche esse vazio com introdução da “Autorregulação” no desempenho do processo da “Empatia”. Autorregulação está relacionada a “Volição” ou vontade, neste ponto sabemos os indicadores envolvidos, conseguimos percebê-los e agimos conforme a ILE. Na ILE comparo esse processo a vida de uma borboleta, desenvolver a ILE é uma metamorfose em nossas vidas. As pessoas vagam como uma lagarta até conhecerem os conceitos que envolvem o emocional. Quando criam “Autoconsciência” há uma explosão de descobertas e seguem para seu casulo para processar as mudanças que ocorrerão.

Entram no que chamo de zona de acomodação, essa fase é a “Autogestão”. Quando as pessoas dominam a teoria e conseguem adota-la em suas vidas entram em uma nova fase, o agir - Autorregulação. Neste momento há o rompimento do casulo e nasce um ser livre para voar, uma pessoa leve, a lagarta se transformou em uma borboleta A autorregulação deve ser traduzida como agir em conformidade com a ILE, o que significa agir com o máximo de empatia.


OS TRÊS NÍVEIS DE EMPATIA

Mas afinal o que é “Empatia”?

Empatia é o ato de se colocar no lugar do outro, com os Modelos

Mentais do outro.

Sem o entendimento do conceito de Modelo Mental não existe “Empatia”,

me colocar no lugar do outro, como sempre explicam empatia, é como se

colocarmos fisicamente no lugar do outro, enxergando a mesma cena, mas com nosso jeito de ver as coisas.

Os modelos mentais definem como enxergamos o mundo e se quisermos

exercer a verdadeira empatia precisamos entender primeiro como a outra

pessoa pensa acerca do mundo.

Você e o interlocutor podem estar discutindo o mesmo fato, mas a

concepção pode ser completamente diferente, isso por causas dos

modelos mentais.

Imaginem duas pessoas dialogando sobre um fato histórico, sendo uma

delas cristã e outra ligada a ciência.

A pessoa cristã vai enxergar o fato com os modelos mentais

característicos dos cristãos e provavelmente vai enxergar a obra de

Deus sobre o fato.

Já o cientista vai ver o mesmo fato sobre o olhar da ciência, ou seja,

com os modelos mentais de um cientista.

Se o cristão quiser exercer a empatia com o cientista terá que abrir

mão dos seus modelos mentais e entender as premissas do cientistas, de

forma desapegada em nível 2 de escuta, pelo menos.

Aqui está o calcanhar de Aquiles da Empatia!

Abrir mão de nossas verdades e estar disposto a entender as premissas do nosso

interlocutor.

Fomos educados e formados para sermos grandes defensores, reagimos a

qualquer sinal de ameaça sobre nossos pontos de vistas.

Para desenvolvermos essa habilidade de escuta a ILE propõe o desenvolvimento de três “Competências Duráveis”: Capacidade de Refletir, Capacidade de Indagar e Capacidade de Abstrair.

Sugiro três simples perguntas que ao serem respondidas levam a reflexão:

Até que ponto você realmente tem observado as pessoas próximas?

Com qual sintonia?

Até que ponto tem realmente se preocupado?

Defina cinco pessoas próximas a você e responda essas três perguntas e

poderá perceber como andam suas empatias.

Entender que a empatia se divide em três níveis é a base para o

verdadeiro domínio da ILE – Inteligência Lógica-Emocional.

Reporto o fracasso no desenvolvimento da empatia nas últimas décadas a

completa falta de informação quanto aos níveis de empatia.

Existem relações que exigem um tipo de empatia específica e por não

entendermos isso exercemos o tipo errônea de empatia.

Os três níveis de Empatia são:


Nível 01 – Empatia Cognitiva

Nos permite assumir a perspectiva de outra pessoa, compreender seu estado mental e, ao mesmo tempo, administrar nossas próprias emoções enquanto avaliamos as dela. Em síntese: “Acredito que consigo entender seus sentimentos, mas não consigo sentir sua dor.” Essa empatia usamos para pessoas ou fatos que não temos envolvimento direto, por exemplo quando encontramos um amigo na rua e ele está triste porque perdeu um parente que nunca vimos. Conseguimos entender os sentimentos dele, mas é impossível sentir a dor que ele está sentindo.


Nível 02 – Empatia Emocional

É um passo a mais, nos unirmos a outra pessoa e sentirmos com ela. Nosso corpo ressoa a qualquer tom de alegria ou tristeza que aquela pessoa possa estar sentindo. Em síntese: “Acredito que consigo entender seus sentimentos e compartilho sua dor.” Atenção: Nesta empatia é muito comum migrarmos do nível 2 para o nível 1 de escuta. Nesse nível de empatia acontece quando existe um envolvimento emocional e por isso o risco de migrarmos do nível 02 para o nível 01 de escuta, normalmente começamos a pensar durante a fala, “O que isso significa para mim?” ou julgamos as pessoas envolvidas ou os fatos.


Nível 03 – Empatia Afetuosa

Ponto que leva a simpatia, ou seja, a preocupação com o bem-estar-do outro. Nesta caso vamos além, esta empatia faz com que nos mobilizemos para ajudar se for preciso. Em síntese: “Acredito que consigo entender seus sentimentos, compartilho sua dor e estou disposto a tudo que estiver ao meu alcance para ajudá-lo.” Atenção: Exige nível de escuta 2 ou 3. Percebo que nos dias de hoje, em diversos momentos que as pessoas deveriam exercer esta empatia, migram para a empatia emocional, se limitam no máximo a sentir a dor, mas não se entregam na ajuda ou apoio a outra pessoa. Na ILE propomos elevar o estado de vida das pessoas ao estado de entrega, onde não basta sentir, você tem que se entregar.


EMPATIA E OS ESTADOS DE VIDA

Considero a teoria dos 10 estados de vida presente na maioria dos pensamentos milenares do oriente como a “Empatia Oriental”.

Costumo expressar a meus alunos minha admiração por essa teoria, a considero o cerne da ILE – Inteligência Lógica-Emocional.

Mais uma vez na ILE há a fusão das teorias acadêmicas do ocidente moderno com filosofias milenares do oriente e isso faz da ILE única no mundo.

No meu BLOG tenho um artigo que explica em detalhes a teoria dos 10 estados de vida e aqui vou falar em linhas gerais.

Todos os seres humanos estamos neste exato momento em um dos 10 estados de vida e é importante lembrar que são estados, ou seja, estamos alegres e não somos alegres, estamos tristes e não somos tristes.

Um estado de vida é a foto do momento, uma pessoa pode estar tranquila agora e em alguns segundos estar em ira, basta uma daquelas famosas mensagens do WhatsApp que acabam com nosso dia.

A teoria defende que temos 10 estados de vida, sendo 4 baixos – Escuridão, Desejo, Animalidade e Ira -, 2 inferiores – Tranquilidade e Alegria – e 4 elevados – Busca, Equilíbrio, Entrega e Iluminado.

Na ILE defendo que a primeira coisa que devemos fazer antes de começar uma conversa é perceber qual nosso estado de vida naquele momento e principalmente qual o estado de vida da outra pessoa.

É importante entender que os três primeiros estados de vida são inconscientes e dificilmente podemos ter um diálogo producente com um dos interlocutores nesses estados.

Devemos antes de abordar ou de iniciar a conversa buscar elevar o estado de vida do outro, nos mantendo em um estado elevado.

Quantas vezes estamos tranquilo em uma conversa e a outra pessoa desce ao estado de ira e começa a nos agredir?

Nesse momento é importante entender o cenário, Autogestão, e traçar uma estratégia de como agir, autorregulação, usando todos os indicadores da ILE.

Em muitas ocasiões o melhor ao perceber uma pessoa em um estado baixo de vida é recuar, entender que aquela pessoa não está pronta para a conversa mostra empatia e principalmente compaixão.

Também existem momentos que não temos como recuar e neste caso é preciso focar nossa atenção seletiva primeiro em nos mantermos em um estado elevado, mesmo que a outra pessoa esteja em um estado de vida baixo.

Costumo sugerir aos meus alunos que pensem o tempo todo: “Você pode me tirar minha tranquilidade e minha alegria, mas meu equilíbrio jamais.”


DISLEXIA SOCIAL

A dislexia social é um forte sintoma da falta de empatia. Nosso circuito de empatia foi projetado para momentos em que estamos frente a frente com o outro. Observar o contexto permite que captemos sutis pistas sociais que podem guiar a forma como nos comportamos. Muitas vezes as pessoas dão sinais sutis que, se percebidos, nos ajudam a traçar um cenário de como conduzir uma conversa. Você chega em uma sala de espera de um médico e mesmo que você não conheça as pessoas que estão no local pode por meio de sutis pistas entender as pessoas. As que são mais vaidosas, que estão mais tensas ou as mais religiosas e assim pode traçar uma estratégia de como agir. Quando uma pessoa não consegue perceber essas pistas é diagnosticado com dislexia social e popularmente chamado de inconveniente ou chato. Pessoas com dislexia social não conseguem exercer a empatia porque não conseguem ler a linguagem corporal que representa 38% da comunicação. Mas existem sinais sociais que não necessariamente estão na linguagem corporal, por exemplo, podemos entrar em uma casa que nunca estivemos antes e perceber, pelos objetos, alguns sinais como a religião, o apreço pela arte, etc.


EMPATIA E FEEDBACK

A relação do feedback e da empatia é muito grande. Primeiro é preciso deixar claro que feedback só deve ser dado se o outro estiver disposto a ouvir ou o mesmo não surtirá nenhum efeito. A empatia começa no momento que analisamos o cenário se estamos no momento ideal para um feedback, isso já é a empatia. O correto é estabelecer a forma de empatia correta inicialmente e somente depois dar um feedback. Um Feedback tem que ser específico, nunca genérico! E tem que ser efetivo e afetivo. Os feedbacks genéricos não surtem efeitos, precisamos ser específicos, por exemplo: “Você não está bem aqui no trabalho.”, “Não gosto da forma como age.”. Percebam que as frase não dizem nada porque são genéricas. O correto seria dizer: “Olha tenho percebido que seu rendimento na entrega dos relatórios caiu muito.” ou “Percebo que quando as pessoas falam com você sempre está na defensiva, sempre reagindo.” A pessoa tem que entender exatamente o que deve ser melhorado ou o ponto exato que você sugere a mudança. A tom de nossa voz ou o vocabulário que usamos ao darmos um feedback pode ser decisivo, o que chamamos na ILE de acústica do crânio. Existem determinados tons de voz que simplesmente bloqueiam as pessoas e para entendermos isso precisamos estar aptos a exercer a empatia. Uma pessoa nervosa ao perceber um tom de prepotência se fecha imediatamente e o diálogo produtivo é substituído por agressões. Chamamos de Acústica do crânio – Tom de voz para o feedback. Poucas pessoas perceberam que a empatia é a chave do processo de feedback, precisamos estabelecer um determinado nível de empatia, traçar um cenário, Autogestão, e depois partir para um feedback.


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