Explore o Método MIDE

O método MIDE é um programa de aprendizagem socioemocional (ASE) de alta qualidade, baseado em evidências, que busca estar alinhado com o que há de mais novo na ciência cognitiva mundial e com as habilidades socioemocionais demandadas anualmente pelo Fórum Econômico Mundial (WEF). 


Fundado, no início de 2016, por Ivan Castro, o método já foi ministrado em mais de 2.300 pessoas, entre professores, pais e jovens com mais de 14 anos, profissionais liberais, equipes de empresas e funcionários escolas.


A estrutura integrada do método MIDE promove competências intrapessoal, interpessoal, existencial e profissional/cognitiva.

 
A aprendizagem socioemocional é formada por cinco competências essenciais, que podem ser ensinadas de várias maneiras e em várias configurações.

 
Na estrutura do MIDE o desenvolvimento das cinco competências essenciais ocorre no âmbito do Processo de Desenvolvimento Emocional (PDE), dividido em três macro competências: autoconsciência, autogestão e autorregulação.


A aprendizagem socioemocional aplicada no PDE engloba ampla gama de habilidades não acadêmicas de que os indivíduos precisam para estabelecer metas, gerenciar comportamentos, construir relacionamentos, processar e lembrar informações.

 

Essas habilidades e competências se desenvolvem ao longo de nossas vidas e são essenciais para o sucesso na escola, no trabalho, no lar e na comunidade. 

Competências do Processo de Desenvolvimento Emocional (PDE)

Autoconsciência

É a competência alicerce do processo. Quando o seu desenvolvimento falha ou fica incompleto, todo o processo fica comprometido. 


A autoconsciência parece ter-se tornado a última palavra da moda na administração – e por boas razões. Pesquisas sugerem que, quando nos vemos claramente, somos mais confiantes e mais criativos, tomamos decisões mais sólidas, construímos relacionamentos mais fortes e nos comunicamos com mais eficácia. Temos menos chances de mentir, trapacear e roubar.

 

Somos trabalhadores melhores, que recebem mais promoções, e somos líderes mais eficazes, com funcionários mais satisfeitos e empresas mais lucrativas.

Autoconsciência interna

Representa quão claramente vemos nossos valores, paixões, aspirações que se encaixam em nosso ambiente e reações (incluindo pensamentos, sentimentos, comportamentos, forças e fraquezas) que impactam nos outros.

 

A autoconsciência interna está associada a maior satisfação no trabalho e no relacionamento, controle pessoal e social e felicidade. Está negativamente relacionada a ansiedade, estresse e depressão.

Autoconsciência externa

Significa entender como as outras pessoas nos veem, em termos dos mesmos fatores listados acima. As pessoas que sabem como os outros os veem são mais hábeis em mostrar empatia e adotar as perspectivas dos outros.

 

Os líderes que se veem como seus funcionários tendem a ter um melhor relacionamento com eles, a se sentirem mais satisfeitos e a vê-los, em geral, como mais eficácia.

 

Autogestão

Os líderes precisam de autoconsciência para serem eficazes. Ou seja, uma compreensão de seus pontos fortes, fracos, sentimentos, pensamentos e valores – e também como eles afetam as pessoas ao seu redor.

 Mas isso é apenas metade da história. A autoconsciência é inútil sem uma habilidade igualmente importante: autogestão.
 

A autogestão é uma escolha consciente para resistir a uma preferência ou hábito e, em vez disso, demonstrar comportamento mais produtivo.

É um processo de quatro etapas: estar presente, ser autoconsciente, identificar uma variedade de opções comportamentais e escolher comportamentos que se acredita serem os mais produtivos.

 
Dentro da "autogestão" trabalhamos a "consciência social": capacidade de assumir a perspectiva e ter empatia com os outros, incluindo aqueles de diversas origens e culturas; de entender as normas sociais e éticas do comportamento e de reconhecer os recursos e apoios da família, da escola e da comunidade.


Também, a "tomada de decisão responsável": capacidade de fazer escolhas construtivas sobre comportamento pessoal e interações sociais com base em padrões éticos, preocupações de segurança e normas sociais; a avaliação realista das consequências de várias ações e a consideração do bem-estar de si e dos outros.

 

Autorregulação

Embora o conceito de autorregulação possa parecer abstrato, lembramos que é concretamente visível nas vastas diferenças individuais entre as pessoas, na forma como eles formulam e se esforçam para atingir seus objetivos, apesar das barreiras ao longo da rota.


Por exemplo, a natureza e os desafios da autorregulação são familiares para aqueles que fizeram sérias resoluções de ano novo com a melhor das intenções e depois os violaram com o próprio comportamento. Em um contexto de mudança, a autorregulação compreende processos cognitivos, emocionais, motivacionais e temperamentais que são ativados quando um indivíduo trabalha para alcançar uma meta de mudança ou avançar no sucesso de um esforço de mudança.

 

Existem dois tipos de autorregulação: a automática e a intencional. 

 

Autorregulação automática: é a nossa resposta rápida, dirigida por impulso (também chamada de resposta de "luta ou fuga") necessária para situações urgentes ou ameaçadoras. ​

​​​

Autorregulação intencional: é nossa resposta consciente, planejada e proativa, necessária para alcançar as metas. A atenção serve como guardiã do portão crítico para o engajamento de nossa autorregulação intencional, direcionando nosso foco para coisas específicas dentro de nós e ao nosso redor.

Saiba mais!

Conheça o significado dos seis domínios da aprendizagem socioemocional identificados pela Universidade de Harvard:

  1. Cognitivo;

  2. Emocional;

  3. Social;

  4. Valores;

  5. Perspectiva;

  6. Identidade.

Artigo do Blog!

A inação do G20 na última década gerou uma demanda de requalificação em 1 bilhão de pessoas até 2030!

Conheça a proposta da "Revolução da Requalificação" proposta no Fórum Econômico Mundial de 2020.

Endereço: SMPW quadra 16, conjunto 04 - Parkway -

Brasília / DF - Brasil.

CEP 71.741-604