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5 FATORES AGREGADORES DA INTELIGÊNCIA LÓGICA-EMOCIONAL



5 FATORES AGREGADORES DA INTELIGÊNCIA LÓGICA-EMOCIONAL

O conceito dos cinco(‘5) Agregados’ originou no manto das milenares filosofias orientais.

Abordado, ainda, de forma embrionária por volta de 597 a.c. na Índia e reformulado por volta de 600 d.c. na China.

Os cinco fatores agregados são: ‘Forma’, ‘Percepção’, ‘Concepção’, ‘Volição’ e ‘Consciência’.

O método MIDE – Múltiplas Inteligências & Desenvolvimento Emocional amálgama de pensamentos e teorias ocidentais com filosofias orientais contextualizadas para ILE – Inteligência Lógica-Emocional.

Originalmente, esse conceito teve como propósito explicar o ‘Princípio da Individualidade’ por meio dos 10 Estados de Vida e dos 10 Fatores de Influência, formando os 1.000 fatores que formam nossa personalidade única.

A “ILE”, pensa a vida humana também sob a ótica do ‘Oriente’, onde a vida é permanente transição pelos 10 Estados de Vida: Escuridão, Desejo, Animalidade, Ira, Tranquilidade, Alegria, Busca, Equilíbrio, Entrega e Iluminado.

Cada Estado de Vida manifesto traz latente outros 9 Estados, o que explica que de fato temos 100 Estados de Vida.

Cada um dos 100 Estados de Vida aloja os 10 Fatores de Influência: Aparência, Natureza, Entidade, Poder / DOM, Influência, Causa Inerente, Relação, Efeito Latente, Efeito Manifesto e Consistência do Início ao Fim, formando assim, os 1.000 Fatores de Influência existentes nos 100 Estados de Vida (10 Estados x 10 estados x 10 fatores).

Como não existem duas pessoas iguais, considerando corpo e mente, os 1.000 ‘Fatores de Influência’ não são suficientes para explicar nossa individualidade e somente quando os 1.000 Fatores são pensados na ‘Visão Sistêmica da Vida’ – Ambiente Socioambiental, Ambiente Biopsicológico, Ambiente Cognitivo e cinco (5) agregados – podemos encontrar uma individualidade real.

Esse é o ‘Princípio da Individualidade’, explicado pelo conceito dos cinco (5) Agregados: Forma, Percepção, Concepção, Consciência e Volição.

Aprofundando os estudos desses princípios milenares nascidos na Índia e China, usados hoje em praticamente todo o oriente e em especial no Japão, encontrei respostas a uma indagação que me fazia há décadas:

“Por que a teoria da Inteligência Emocional é tão propagada e tão pouco efetiva?”.

É impossível compreender a lógica no ‘Pensamento Emocional’ sem o devido aprofundamento das teorias orientais, onde o tema vem sendo pensado e discutido desde 600 a.c. na Índia.

Esses conceitos são a essência da ILE. Quando fundidos com as recentes descobertas da neurociência e da psicologia cognitiva encontra-se o ponto exato do salto da IE – Inteligência Emocional para a ILE – Inteligência Lógica Emocional.


OS 1.000 FATORES E A ILE – INTELIGÊNCIA LÓGICA-EMOCIONAL

Já expliquei a teoria dos 10 Estados de Vida em outro artigo. Todavia, seria de bom alvitre uma recapitulação para o pleno entendimento da relação entre as três teorias que formam o ‘Princípio da Individualidade’ e a ILE.

Os seres humanos passam a curta vida transitando entre 10 Estados de Vida vivendo, em segundos, cada um deles.

Por essa razão são chamados de Estados de Vida. Não se diz que uma pessoa é tranquila e sim está tranquila.

Mas, se são 10 Estados de Vida por que falamos 100 Estados de Vida?

A explicação está na definição da ‘Possessão Mútua’, cada um dos 10 Estados de Vida quando estão manifestos trazem os outros 9 de forma latente.

Então se os 10 Estados de Vida possuem os outros 10 estados, temos 100 Estados de Vida.

Quando um Estado de Vida se manifesta, automaticamente e instantaneamente, influencia todos os 10 Fatores de Influência.

Duas pessoas no momento de dor extrema pela perda de um ente querido, podem manifestar o Estado da Escuridão marcado pelo sofrimento extremo.

Ambos irão manifestar o Estado de Vida da Escuridão nos 10 Fatores de Influência: Aparência, Natureza, Entidade, Poder / DOM, Influência, Causa Inerente, Relação, Efeito Latente, Efeito Manifesto e Consistência do Início ao Fim.

Um expectador perceberá o Estado de Vida das duas pessoas pelos seus ‘Fatores’, no que pese manifestarem de forma diferente e em intensidade diferente visto não existirem duas pessoas iguais.

Isto explica como duas pessoas marcadas pela mesma dor e mesmo Estado de Vida podem se comportar de forma diferente graças aos cinco (5) agregados. Eles, os agregados, personalizam, singularmente, cada ser humano.


5 FATORES AGREGADORES

A ILE – Inteligência Lógica Emocional foi uma teoria elaborada com propósito muito específico:

“Formular um método que ao ser aplicado demonstra a lógica do ‘Pensamento Emocional”.

Não há uma hierarquia entre os cinco ( 5) fatores. Eles atuam em sincronia harmônica num processo de retroalimentação sutil. Não se pode concebê-los independentemente visto que eles coexistem.

Dominar a ILE e a própria teoria dos 5 agregados passa pelo entendimento desse movimento sutil de retroalimentação.

Considerando as leis físicas e espirituais da vida podemos dizer que a ‘Forma’ representa a lei física – matéria e a composição física – e os outros 4 agregados – Percepção, Concepção, Consciência e Volição – representam as leis espirituais da existência.

Considerando que o físico e o espiritual são inseparáveis, a ‘Forma’ é pré-requisito para os outros 4 agregados e vice-versa.

Considerando que todas as atividades mentais se centram na ‘Consciência’, é ela que traz consistência e discernimento em uma relação mútua com todos os outros agregados, formando a personalidade.


1º. FATOR – FORMA

Tudo que pode ser percebido pelos sentidos.

No MIDE chamamos de 6 primeiras consciências: visão, audição, paladar, tato, olfato e a 6a. consciência, que é o uso conjunto das cinco (5) primeiras.

A ‘Forma’ é a matéria e composição física integral da vida. Como o físico e espiritual são unos e inseparáveis, a forma é o pré-requisito para os outros agregados existirem e vice-versa.

Na ILE e consequentemente no MIDE, busca-se com a ‘Forma’ despertar a atenção das pessoas com sua relação ao mundo externo ou aparência.

Não importa a ‘Forma’ em si, mas como a pessoa se relaciona com ela.

A ‘Forma’ é o que nos move ou motiva, impulsionando nosso progresso e por outro lado exerce forte influência nos Estados Baixos de Vida – Escuridão, Desejo, Animalidade e Ira - principalmente quando manifesta o sofrimento pelo desejo e apego.

Só temos consciência de algo devido a sua ‘Forma’ e por outro lado só conseguimos perceber – Percepção – porque temos ‘Consciência’ do que aquela ‘Forma’ representa.

Percebam a relação mútua dos 5 agregados.


2º. FATOR – PERCEPÇÃO

A percepção significa captar alguma coisa dentro de si; é um fato específico comum a todos.

Considerando duas pessoas normais fisicamente, a ‘Percepção’ costuma ser coletiva, algo acessível a todos.

Assim como a ‘Forma’, a ‘Percepção’ tem uma forte relação com as seis (6) primeiras consciência.

Todos os seres vivos dotados de um sistema nervoso central, independentemente do grau de desenvolvimento desse sistema, possuem a sexta consciência.

Imagine momentos antes do início de uma grande tempestade, todos percebem sua chegada usando as 6 primeiras consciências relacionadas com imagens gravadas em nossa memória.

O vento, o cheiro, a humidade no ar, a cor do céu, os ruídos e a temperatura do ar.

A ‘Percepção’ pela ‘Consciência’, neste caso a 8a. consciência, a – Memória – traça um cenário do que estará por vir.

Mas é pela ‘Concepção’ que a ‘Volição’ – Vontade – será definida.

A ‘Concepção’ de tempestade para alguns é um momento mágico, expressa a força da natureza e a vida pela água.

Já para outros é momento de pânico, medo e terror.

A ‘Concepção’ registrada em nossa ‘Consciência’ define nossa ‘Volição’ – Vontade – nos diferenciando como pessoas.

A mente humana executa em média 69.000 pensamentos em um dia.

Se fizéssemos isso de forma consciente ficaríamos loucos em menos de 7 dias.

Nosso cérebro busca automatizar tudo criando ‘Hábitos’ ou simplificações para que a mente possa agir em milésimos de segundo sem necessidade do pensamento.

E essas simplificações são o que a psicologia cognitiva moderna chama de ‘modelos Mentais’.

Em geral, a percepção não nos distingue emocionalmente, com exceção de pessoas que não conseguem perceber sinais ou fatos corriqueiros.

Na atualidade a ciência classifica essa deficiência como dislexia social.

Quando um fato está acontecendo todas as pessoas próximas deveriam perceber.


3º. FATOR – CONCEPÇÃO

A ‘Concepção’ nos cinco (5 ) agregados é a responsável pela formação mental da imagem.

Na ILE é chamada de ‘Modelos Mentais’ e responsável pelo o que a pessoa enxerga, não necessariamente o que ela vê.

É a ‘Concepção’ que explica o por quê de duas pessoas enfrentando a mesma adversidade, no mesmo Estado de Vida, criadas sob a mesma ‘Visão Sistêmica da Vida’ – Ambiente Socioambiental, Ambiente Biopsicológico, Ambiente Cognitivo e cinco (5) agregados – agirem de forma oposta.

No ocidente a psicologia cognitiva explica esse mesmo fenômeno pela teoria dos ‘Modelos Mentais’ e por isso na ILE consideramos ‘Concepção’ e ‘Modelos Mentais’ como sinônimos.

Duas pessoas podem ver a mesma coisa – ‘Forma’ – perceber o mesmo fato acontecendo – ‘Percepção’ – traçar cenários e Concepções’ diferentes

Modelos Mentais são imagens internas, profundamente, arraigadas no

Inconsciente, influenciando, sobremaneira, a memória; os costumes; a cultura da sociedade; de um povo ou de um indivíduo.

Consequentemente, Influenciando a maneira e o funcionamento do mundo.

Aquelas imagens limitam às formas conhecidas de pensar e agir.

Na universidade de Harvard, o psicólogo Chris Argyris, o qual trabalha modelos mentais a mais de 40 anos, provou que as pessoas não fazem o que falam, fazem o que os ‘Modelos Mentais’ definem e ele chamou esse fenômeno de ‘Defasagem’ – Diferença entre o que se faz e o que se fala.

Decorrente disso as pessoas, muitas vezes, são incoerentes no agir e no falar divergindo do que apregoam.

Poderá ser generalizações simples como: “Não podemos confiar nas pessoas”

ou até teorias complexas como premissas sobre razões pelos quais famílias, inteira,

agem, de determinada maneira.

A ‘Concepção’ influencia nossa ‘Volição ou Vontade’ e nossas ações.

No exemplo acima da tempestade, a ‘Concepção’ ou os ‘Modelos Mentais’ gravados em nosso inconsciente ou 8a. consciência / Consciência Alaya (Repositório ou Memória – Sânscrito) irão definir a ação de cada pessoa – ‘Volição’ ou ‘Vontade’.

As ações de uma pessoa não necessariamente expressam sua ‘Percepção’ e sim sua ‘Concepção’, imagens arraigadas no inconsciente.

Quando estudamos as 9 consciências, podemos entender como a 7a. consciência / Consciência Mano (Poder do Pensamento – Sânscrito) , trabalhando em ‘Metapensamento’ pode alterar a ‘Concepção’.

É a chave para a quebra dos ‘Modelos Mentais’ e desconstrução de concepções distorcidas.

A relação com a 9a. consciência / Consciência Amala (Imaculada – Sânscrito) também pode influenciar muito a ‘Concepção’ pelo uso da ‘Intuição’, a voz dessa consciência.

Outro fator que traduz a importância da ‘Concepção’ e sua relação com os 5 agregados para a ILE é a ‘Empatia’.

O conceito de Empatia foi difundido com conotações diversas, muitas vezes erráticas. Consideramos que só existe empatia real quando uma pessoa entende a ‘Concepção’ ou os ‘Modelos Mentais’ da outra pessoa.

Há quem conceitua ‘Empatia’ como o ato de se colocar no lugar do outro. Empatia é o ato de se colocar no lugar do outro com a ‘Concepção’ ou com os ‘Modelos Mentais’ do outro.

Outro aspecto importante e pouco divulgado, deve-se dizer ‘Empatias’ e não ‘Empatia’ visto que há três tipos de Empatias: Cognitiva, Emocional e Afetuosa.

Independente de qual das empatias uma pessoa esteja exercendo, a ‘Concepção’ do outro é a chave para que o fenômeno seja real e efetivo.


4º. FATOR – VOLIÇÃO

A volição é a vontade, que expressa o decidir ou propriamente o livre arbitro.

A ILE aborda esse fator considerando os estudos sobre o tema dos ‘Modelos Mentais’, realizados pelo psicólogo Dr. Chris Argyris da Universidade de Harvard.

Esse estudo explica o fator ‘Concepção’.

Existem duas abordagens relevantes que a ILE traz ao conceito de ‘Volição’: a Defasagem e Os Saltos de Abstração.

Os Estudos do Dr. Argyris tiveram o propósito de entender a razão tão comum das pessoas falarem uma coisa e fazerem outras, fenômeno chamado de ‘Defasagem’.

Os estudos concluíram que as pessoas falam o que gostariam ou acreditam, mas agem por determinação dos ‘Modelos Mentais’.

Quando aplicamos os estudos do Dr. Agyris aos 5 agregados concluímos que a ‘Volição’ é determinada pelos ‘Modelos Mentais’.

Nesse caso, percebe-se a perfeita integração dos conceitos orientais milenares com os hodiernos conhecimentos da neurociência e da psicologia cognitiva na mais renomada Universidade do Mundo, Harvard.

Outro aspecto importante na abordagem da ‘Volição’ demonstrado nos estudos do Dr. Argyris são os ´Saltos de Abstrações´, quando passamos de observações diretas, dados concretos, para generalização sem testá-las:

O que era um pressuposto passa a ser tratado como um fato.

Os saltos de abstrações são comuns nos conflitos humanos.

Quando crianças ouvimos generalizações em nossos ambientes e absorvê-la-emos sem a devida reflexão.

O mais sólido caminho para trabalhar saltos de abstrações é desenvolver desde cedo as competências de reflexão e indagação nas crianças. Assim, estarão prontas para se livrarem de modelos mentais e defasagens que as farão sofrer.

Um dos fortes propósitos da teoria da ILE e do método criado especificamente para desenvolvê-la, o MIDE, é sempre apresentar o ‘como’ cada ponto apresentado pode ser desenvolvido, evitando deixar pontos da teoria soltos no ar.

Percebe-se a força catalizadora da ILE ao contemplar exemplos como o da ‘Volição’. Conceito milenar tratado sob a ótica das modernas teorias da psicologia cognitiva.

As ferramentas que a ILE sugere para trabalhar a ‘Volição’ é o ‘Metapensamento’ – Pensar sobre o que se pensa -, o ‘Autodomínio’ – Autoconsciência + Autogestão + Autorregulação – e a ‘Matriz de Valores’ como base de dados.

Para o uso correto das ferramentas citadas acima é mister o desenvolvimento de duas competências duráveis: ‘Competência de Indagar e Competência de refletir’.

Explicarei a conjunção desses elementos da ILE no fator ‘Consciência’.

Quando não exercemos a ‘Metaconsciência’ – Consciência que não temos consciência - e o ‘Metapensamento’, deixamos nossa mente solta, agindo com o que chamo de ‘Mal Patrão’, comparando, julgando e rotulando tudo com base apenas na memória ou 8a. consciência e nos ‘Modelos Mentais’.

A mente como ‘Mal Patrão’ trabalha o máximo possível no universo das simplificações, utilizando para isso os ‘Modelos Mentais’ e faz de nossa ‘Volição’ refém de nosso passado.

Sendo assim planejamos nosso futuro apenas com referências ao passado em um ciclo vicioso.

Entender como os 5 agregados trabalham é entender a ILE ou podemos dizer que é pensar de forma lógica emocional.

O ápice da ILE é quando há plena consciência de estar agindo, não reagindo, por vontade própria e aberto a 9a. consciência e consequentemente a ‘Intuição’.

Existem perguntas que podem auxiliar muito:

‘Estou disposto a considerar que o que vejo pode não expressar a realidade?’

‘Estou disposto a ouvir outras ‘Concepções’ e entender o contexto que outro enxergou?

‘Estou agindo desta maneira porque realmente penso assim ou porque fui programado para pensar assim?’

‘O que minha intuição disse ou tentou me dizer naquele momento?


5º. FATOR – CONSCIÊNCIA

Consciência inclui o discernimento e a sabedoria e é o ponto de partida para todos os outros quatro (4) fatores. É a força integradora, a fusão, dos 5 agregados e o que os mantém juntos

Consciência é a habilidade de considerar alguma coisa, defini-la e captar a sua significação. Ela sustenta a vida humana interior e funciona para dar-lhe significação.

Todas as atividades da mente residem na consciência da vida humana dando a ela significado.

Na ILE buscamos desenvolver, permanentemente, ferramentas que possibilitem o controle da mente em ação sob as consciências.

São elas:

1- O ‘Autodomínio’ – Autoconsciência + Autogestão + Autorregulação –.

Autodomínio é a conjunção de ‘Autoconsciência’ + ‘Autogestão’ + ‘Autorregulação’.

Para tanto, necessita-se do “Autodomínio” que vem a ser o domínio de si próprio; controle das paixões; sentimentos; autocontrole dentre outros indicadores que influem o emocional dos seres humanos.

Há que entender a si próprio e os semelhantes para que se possa mudar a forma de agir.

Sair da reação para a ação, do reativo para o ativo.

2- O ‘Metapensamento’ – Pensar sobre o que se pensa -.

É o caminho para quebrar a ação inconsciente dos ‘Modelos Mentais’.

Quando exercemos o ‘Metapensamento’ colocamos a mente na 7a. consciência – Mano (Poder do pensamento em sânscrito).

Não existem hábitos no nível consciente.

Se são hábitos é porque agem no inconsciente e como ‘Modelos Mentais’ são simplificações do pensamento.

Assumimos o controle do nosso pensamento quando pensamos sobre o que pensamos; transformamos nossa mente de ‘Mal patrão’ para ‘Bom servo’.

3- A ‘Matriz de Valores’ como base de dados.

A matriz contém a ‘Base de Dados’ ao ‘Metapensamento’, uma vez que nossa mente trabalha com comparação.

Mais importante do que a matriz em si, é o que está intrínseco a ela.

Quando definimos 10 principais valores fazemos contato com nosso eu mais profundo.

O valor mais forte da matriz é quando ela se torna a bússola e a pessoa passa a usá-la em suas principais tomadas de decisão.

O MIDE e ILE – inteligência Lógica-Emocional adotam o conceito das 9 consciências para explicar a lógica do pensamento emocional.

AS 5 PRIMEIRAS CONSCIÊNCIAS

Os cinco primeiros tipos de consciência têm relação com os fenômenos físicos.

São as percepções sensoriais dos órgãos dos sentidos: visão, audição, olfato, paladar e tato.

Em geral, para ativar esses sentidos é preciso algum estímulo material.

Paradoxo: o que nos torna vivos e atuantes, ao mesmo tempo criam travas que nos impedem o crescimento como “ser”.

6ª. Consciência

A sexta consciência é o poder de um julgamento a partir da interação dos cinco sentidos ou cinco consciências.

Todos seres vivos dotados de um sistema nervoso central, independentemente do grau de desenvolvimento desse sistema, possuem a sexta consciência.

7ª. Consciência ou Consciência Mano (Força do Pensamento)

A sétima consciência representa o poder do pensamento. Onde a mente julga, rotula e tudo compara.

É a capacidade de julgar não somente com base na percepção dos cinco sentidos e de sua relação, mas à luz de experiências passadas (8ª. Consciência), de circunstâncias externas, da razão, do que se conhece de fato como consciência.

Esta é uma característica exclusiva dos seres humanos possuidores que são da capacidade de raciocínio e reflexão.

O paradoxo da 7ª. consciência é que representa a mente mais presente no hoje, mas por hábito sempre nos coloca em uma dimensão ilusória, passado ou futuro.

8ª. Consciência ou Consciência Alaya (Repositório / Memória)

A oitava consciência é conhecida como o inconsciente revelado por Freud.

O inconsciente guarda as impressões da mente (memória) e, simultaneamente, produz novas ações mentais.

Sua Mente é refém da 8ª. Consciência.

Por padrão, em todas as ocasiões, sua mente recorre a ela em busca de referências de prazeres, dores, alegrias, tristezas, etc., espelhando seu passado para seu futuro.

A HOMEOSTASE – Resistência natural a mudanças - usa a 8ª. Consciência para manter a pessoa na zona de acomodação e com impressões obtidas nela que opera seu SABOTADOR / VDA – Voz de Autocensura.

Na 8ª. Consciência estão os indicadores para tomada de decisões. Ali, uma vez sob controle, os fatos registrados, podem não representar a realidade de um local ou pessoa. Assim, a mente passa a operar como um bom servo.

9ª. Consciência ou Consciência Amala (Imaculada)

Nesse nível profundo encontra-se a essência da vida.

Todos os seres humanos possuem a 9ª. Consciência e com esse entendimento mudamos nossa maneira de enxergar a vida, o próximo e a nós mesmos.

É o ELO do Microcosmo com o Macrocosmo, nela não existe ego, desejo, vaidade, raiva, ódio, maldade. Apenas existência, energia pura que move a vida.

Guarda seu propósito e saiba o que é melhor para você, o único canal de comunicação com ela é a INTUIÇÃO.

No século XX um dos nomes da neurologia e psiquiatria, Dr. Viktor E. Frankl percebeu a existência da 9ª. Consciência, só não a chamou assim.

O entendimento de como a mente trabalha nas 9 consciências é a chave do processo criativo e do desenvolvimento da inteligência lógica-emocional.


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